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ilha do cardoso, janeiro de 2010

Estou radiante, tive um final de semana maravilhoso, com muita breja, risada, e  amizade e novas amizades.  Sem cerimonia há uns dias agitei com meus brothers Fabio Reche, Edgar, Andrewm e Vitor de ir pra Ilha do Cardoso. Já conhecia o tal lugar numa trip solo em 2007, e agora com uma turma foi muito mais proveitoso, o lugar é simples, imaginou? é mais simples ainda. Todo o esquema dos barqueiros, para fazer a travessia de cananéia até o Marujá, lá eu já conhecia o seu João Rosa, onde nos forneceu espaço para camping.
Chegamos sábado as 8hrs da manha em Cananéia, deixamos o carro no estacionamento da Jô, vigiado pelo seu filho carinhosamente apelidado de primo do Tonho da Lua, seguimos até o pier e o “piloteiro” Doca (13 38513219 / 13 8144-9036) estava lá, já tinha acertado com ele por telefone, figura tipica da região muito gente fina deixou nós lá em cerca de uma hora de viagem com muitas histórias no caminho.
Chegamos demos de cara com a Lenda da comunidade Marujá, o senhor João Rosa, é o sinceridade em pessoa, nos acolheu em seu camping, depois de instalado demos uma volta errei o caminho fiz meus amigos passar pelo lodo, encontramos o Orlando amigo do Edgar de infância, o cara é o agitador do Luau da ilha, mas depois disso fomos para o bar, a tarde foi longa foram 24 garrafas, conhecemos figuras ilutres apelidamos muita gente. Numa aposta de embreagado eu nadei até um Iate muito chique, só que sai no nado do lado do esgoto tive q ir tomar um banho.
Depois de umas 5 horas de bar, fomos para praia tirar o zinabre, e depois banho e uma descanço, anoite grupo de fandângo música tipica da comunidade, e depois fomos no bar no final da comunidade, bar do Beto, lá ajudamos um cara a cantar enquanto ele tocava, e ficamos nessa até uma hora da manha quando caiu um toró. Depois chegamos nas barracas, inundadas, sem opção o colchão de ar salvou, salvei algumas coisas emcima dele e dormi muito bem sem crise alguma.
Acordamos, levantamos acampamento, tomamos café, e fomos até o costão, tomamos banho na água doce de uma pequena bica, e no mar, e tiramos muitas fotos nas rochas.
Não tem como contar todas a histórias aqui, mas vão alguns personagens apelidados por nós: Snarf, Trompetista, Keanu Rivers, Minny Ranhenta, Gorpo, irmão do Giba, o cara que não dá conta, Seu Jorge, Serginho, Marinho Popai entre outros.
Enquanto esperavamos o barqueiro para volta, tomamos meia caixa de breja, online medicine without prescription ficamos conhecidos como os caras que acabavam com a cerveja, já na lancha voltando pra canéia, bateu uma vontade mijar, não consegui mijar na lancha, o piloteiro parou eu pulei no canal a uns vinte metros tinham uns golfinhos, consegui mijar e viemos em bora, isso foi pra fechar com chave de ouro se não num seria uma aventura minha.

Picasa Fotos: http://picasaweb.google.com.br/rafaelgimenes.net/IlhaDoCardosoJan2010#

Videos: http://www.youtube.com/watch?v=uaM_i_965mw

 

4 Responses

  1. Jungle Mattos

    Não poder mijar golfinhas. Os golfinhas morrer com mijo alcooholico. Isso crime do IBAMA.

  2. as vezes tenho medo
    as vezes sinto a minha mão presa pelo ar …

    passar a tarde no marujá foi estrambólico!

  3. Edilson

    Pelo jeito o negócio foi “bão” mesmo!! ahuahuhaua

  4. lidice

    enfim um post sem revolta

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